Encontro de ex-trabalhadores da CIRES

Um grupo constituído por mais de 40 antigos colaboradores da CIRES, tem por hábito juntar-se regularmente para confraternizar. O último encontro decorreu nas instalações da empresa, no passado dia 12 de Dezembro.

A vinda à fábrica surgiu da proposta dos antigos trabalhadores, com o propósito não só de revisitarem aquele que, durante muitos anos, foi o seu local de trabalho, como também de verificarem a evolução da empresa, em especial as transformações verificadas na última década.

Os ex-colaboradores foram recebidos pelos Srs. Engºs Luís Montelobo e Pedro Gonçalves, que fizeram uma apresentação da nova realidade da empresa, com especial destaque para os últimos investimentos realizados e para os recentes desenvolvimentos tecnológicos alcançados.

Posteriormente foi realizada uma visita às instalações fabris e ao Laboratório, onde houve oportunidade destes ex-colegas verificarem inlocoas diferenças e a evolução da empresa nos últimos anos, num diálogo enriquecedor para visitantes e visitados.

No final, foi serviço o almoço a todos os visitantes na cantina da CIRES, tendo o mesmo decorrido num óptimo ambiente de camaradagem e boa disposição.

 

Alguns ex-colaboradores deixaram o seu testemunho sobre o evento:

“Entrei para a CIRES em 61.
Quem andou, como eu andei, por esses terrenos e agora vê como a fábrica evoluiu… É deslumbrante!
Fui dos primeiros a fabricar o monómero (cloreto de vinilo) em Portugal pelo processo carboquímico. Foram tempos muito duros.
Agora a fábrica está linda!”

Fernando Alves Mota, trabalhador da CIRES de 1961 a 1992

 

“No dia 12 de dezembro de 2018, eu e um grupo numeroso de ex-colaboradores reformados, tivemos a oportunidade de fazer uma visita à fábrica. Começou com a passagem de um vídeo demonstrativo das várias fases, pelas quais a fábrica passou nestes últimos anos, seguida de uma visita guiada às instalações. Foi com enorme satisfação que vi a constante evolução em toda a Fábrica. No final da visita foi servido um almoço no refeitório para todos os visitantes. Felicito a Administração, Direção e todos os colaboradores pelo trabalho desenvolvido”.

Vítor Pereira, trabalhador da CIRES de 1975 a 2004

 

“Rolaram os anos e voltei à Cires. Juntei-me a amigos de ontem, senti-me benquisto e rodeado de pessoas e coisas que me serviram de memória a trechos passados. Com cisco bucólico no olhar, senti de novo a casa que foi “minha” durante tantos anos, porque a ruptura súbita, pura e simples, não existe e o tempo nunca se move como supomos. Pontuou marcadamente a visita às instalações, novas, arejadas, felizes sobretudo, foi o que senti, sinal de nova travessia para os que lá estão hoje. Ainda bem. A obra, a escola, permanece como marco dos que a habitaram por tão longo período, mas sobretudo como certeza dos que agora lhe escrevem outra estória. Não desistam futuramente. Para mim ainda está dentro do coração, onde marca o passo. Obrigado a todos!

Mário Rui Oliveira (trabalhador da CIRES de 1977 a 2013)

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